'The New York Times' passa a ter editora dedicada a questões de gênero

Folha de S. Paulo-Mercado

O jornal "The New York Times" passou a contar neste mês com uma editora responsável por trazer discussões sobre gênero para a publicação.


 


A jornalista contratada para o cargo, entre mais de 300 candidatos, foi Jessica Bennett, que já assinou, entre outros textos, um perfil sobre Monica Lewinsky –ex-estagiária da Casa Branca que se envolveu com Bill Clinton quando ele era presidente–, publicado em 2015. Também é autora do livro "Feminist Fight Club", sobre discriminação de gênero no ambiente de trabalho.


 


Ela será responsável, a partir de 2018, por uma newsletter sobre gênero. Também deverá, com sua equipe, ampliar o engajamento de leitoras do jornal e promover eventos.


 


O texto de estreia de Bennett em sua nova posição foi publicado no dia 6, quando ela escreveu sobre ondas de denúncias de assédio contra figuras poderosas após deflagração do caso envolvendo o produtor de cinema Harvey Weinstein.


 


Outra iniciativa recente anunciada pelo jornal é a criação de um caderno mensal dedicado às crianças.


 


Ele estreia no próximo domingo (19) e, após hiato de um mês, se tornará mensal a partir de 28 de janeiro.


 


 


 


O jornal afirma que a decisão de tornar a seção infantil regular veio após caderno experimental publicado em maio ter sido bem recebido por leitores –houve abaixo-assinados para pedir a manutenção da iniciativa. 

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